Graduação


Curso de Graduação - Bacharelado

O curso de Ciências Econômicas da Faculdade de Ciências Econômicas de Mossoró - FACEM, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte - UERN, foi institucionalizado em 1960, sendo instalado oficialmente em 19/12/60. O primeiro vestibular para o curso de Ciências Econômicas foi realizado em 1961.

A FACEM foi a primeira escola de formação de economistas do estado do Rio Grande do Norte a obter reconhecimento perante o Ministério da Educação, através do decreto n. 62.348, de 05/03/1968 do Conselho Federal de Educação.

O curso de Ciências Econômicas da FACEM-UERN é ofertado no Campus Central da cidade de Mossoró nos turnos matutino e noturno. Deve-se notar ainda que o curso tem uma área de abrangência que alcança diversos outros municípios do estado do Rio Grande do Norte, bem como dos estados do Ceará e da Paraíba. Assim entendido, o curso de Ciências Econômicas está inserido em uma extensa faixa territorial descontínua, e alcança um aglomerado populacional estimado que ultrapassa os 700 mil habitantes. Quase a terça parte desta população encontra-se em Mossoró, cidade-pólo da Região Oeste do Rio Grande do Norte.

A trajetória de mudanças curriculares respeita o ordenamento jurídico estabelecido pelo Conselho Federal de Educação - CFE através da Lei 4.024/61(LDB) o parecer 397/62 e a Resolução s/n de 08/02/1963 que fixava os mínimos de conteúdos e duração de 4 anos do curso de graduação em Ciências Econômicas. Mesmo com as mudanças estabelecidas com a edição da lei 5.540 de 1968, foi mantido o mesmo balizamento da LDB de 1960 de modo que o currículo mínimo assim concebido perdurou em âmbito nacional até o advento da Resolução 11/84 decorrente do Parecer 375/84-CFE, quando foi reestruturado e passou a ser constituído de matérias de formação geral e de formação profissional, nesta última incluindo a atividade curricular denominada monografia. Estabelece ainda que o curso deve ser ministrado com no mínimo 2.700 horas/aula, aí inclusas 240 horas da monografia e, que a sua integralização ocorra no mínimo em quatro anos e no máximo em sete, ficando a cargo de cada IES estabelecer o tempo médio dentro desse intervalo de acordo com a carga horária que o seu currículo pleno exigisse.

Uma outra concepção dos cursos de graduação incluindo a graduação em Ciências Econômicas é apresentada com a Lei 9.394/96 (LDB), incumbindo ao Conselho Nacional de Educação - CNE, através da Câmara de Educação Superior, fixar diretrizes curriculares para cada curso de graduação a partir das propostas que fossem sendo encaminhadas àquele Conselho. Para substituir os currículos mínimos obrigatórios nacionais, advieram as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Ciências Econômicas, embasadas pelos pareceres 776/1997, 583/2001 e 067/2003.

As transformações operadas ao longo da vigência do atual currículo de Economia, tanto no mundo da economia propriamente dito, quanto no fazer das ciências mesmo, além das mudanças institucionais, em particular a Lei de Diretrizes da Educação Nacional – LDB (Lei nº 9.394/1996) exigem modificações na estrutura do curso de Economia. Contudo, deve-se ressaltar que a necessidade de adequação/atualização do Curso de Ciências Econômicas parece derivar, em certa medida, mais da forma rígida como se processou a sua implantação e das mudanças institucionais recentes, do que as bases da sua última reformulação. Nesse aspecto, a resolução 11/1984 do CFE e o parecer 375/1984 permanecem extremamente atuais e podem ser tidos como o referencial para se pensar diretrizes curriculares para um curso de Ciências Econômicas que contemple uma formação profissional consistente, em sintonia com as grandes transformações pelas quais passam o mundo contemporâneo, em particular a economia como domínio das relações privadas, inseparáveis do todo social, de um lado como ciência com identidade própria e prática profissional, por outro. A Resolução nº 7 de 29 de março de 2006 estabelece, através das Diretrizes Curriculares, os princípios que norteiam a formação do economista que tem por base o comprometimento com o estudo da realidade brasileira, a partir de uma sólida formação teórica plural, histórica e instrumental e senso ético de responsabilidade social que norteará o exercício futuro de sua profissão.


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